Professor(a): ANDRÉ LUIZ RAIMUNDO
Id. Turma: 0309AM Bimestre: 1 Data: março 2012
Nome: Nº:
CARTÃO RESPOSTA
QUESTÃO 01 A B C D E
QUESTÃO 02 A B C D E
QUESTÃO 03 A B C D E
QUESTÃO 04 A B C D E
QUESTÃO 05 A B C D E
QUESTÃO 06 A B C D E
QUESTÃO 07 A B C D E
QUESTÃO 08 A B C D E
QUESTÃO 09 A B C D E
QUESTÃO 10 A B C D E
Orientações para preenchimento do cartão
Preencha o cartão resposta pintando com caneta preta ou azul apenas a alternativa correspondente às letras das alternativas assinadas na prova.
ATENÇÃO: No cartão resposta não pode haver rasura, branquinho ou duas marcações na mesma questão. Só há uma resposta certa.
QUESTÃO 01 –
No século XIX, a Inglaterra pressionou diversos países para acabar com o protecionismo comercial e com a existência do trabalho compulsório. Esta situação culminou, em 1845, com o "Bill Aberdeen". Neste contexto o Brasil sancionou, em 1850, a "Lei Eusébio de Queirós" tratando:
a) da extinção do sistema de parceria na lavoura cafeeira;
b) da manutenção dos arrendamentos de terras;
c) da extinção do tráfico indígena entre o norte e o sul do país;
d) da manutenção do sistema de colonato na lavoura canavieira;
e) da extinção do tráfico negreiro.
RESPOSTA: E
QUESTÃO 02 –
A introdução da mão-de-obra do imigrante na economia brasileira contribuiu para a:
a) desestruturação do sistema de parceria na empresa manufatureira;
b) implantação do trabalho assalariado na agricultura alimentícia;
c) expansão do regime de co-gestão nas indústrias alimentícias;
d) criação de uma legislação trabalhista voltada para a proteção do trabalho;
e) reordenação da estrutura da propriedade rural nas áreas de produção açucareira.
RESPOSTA: B
QUESTÃO 03 –
Os africanos foram trazidos do chamado continente negro para o Brasil em um fluxo de intensidade variável. Os cálculos sobre o número de pessoas transportadas como escravos variam muito. Estima-se que, entre 1550 e 1855, entraram pelos portos brasileiros 4 milhões de escravos, na sua grande maioria jovens do sexo masculino.
(FAUSTO, Boris. História do Brasil. São Paulo: Ed. da Universidade de São Paulo,1995. p. 51.)
Sobre a escravidão no Brasil, é correto afirmar que:
a) eram chamados quilombos os espaços determinados para alojar os escravos destinados ao comércio e foram fundamentais na estrutura produtiva dos engenhos de açúcar.
b) o dia da consciência negra celebra a assinatura da Lei Áurea no século XIX, que proclamou a liberdade dos escravos.
c) aos escravos só restava a rebeldia como forma de reação, a qual se manifestava através do assassinato de feitores, das fugas e até do suicídio. Não havia qualquer forma de negociação com vistas a melhores condições de vida por parte dos negros.
d) o Quilombo dos Palmares, organizado no interior do atual Estado de Alagoas, é considerado o mais importante do período colonial e foi liderado por Zumbi.
e) a Constituição de 1988 afirma que “cabe aos remanescentes das comunidades de quilombos que estejam ocupando suas terras o reconhecimento da propriedade definitiva, devendo o Estado emitir-lhes os títulos definitivos”. Este artigo da Constituição solucionou a “questão quilombola” no Brasil.
RESPOSTA: D
QUESTÃO 04 –
Trabalho escravo ou escravidão por dívida é uma forma de escravidão que consiste na privação da liberdade de uma pessoa (ou grupo), que fica obrigada a trabalhar para pagar uma dívida que o empregador alega ter sido contraída no momento da contratação. Essa forma de escravidão já existia no Brasil, quando era preponderante a escravidão de negros africanos que os transformava legalmente em propriedade dos seus senhores. As leis abolicionistas não se referiram à escravidão por dívida. Na atualidade, pelo artigo 149 do Código Penal Brasileiro, o conceito de redução de pessoas à condição de escravos foi ampliado de modo a incluir também os casos de situação degradante e de jornadas de trabalho excessivas. (Adaptado de Neide Estergi. A luta contra o trabalho escravo, 2007.)
Com base no texto, considere as afirmações abaixo:
I. O escravo africano era propriedade de seus senhores no período anterior à Abolição.
II. O trabalho escravo foi extinto, em todas as suas formas, com a Lei Áurea.
III. A escravidão de negros africanos não é a única modalidade de trabalho escravo na história do Brasil.
IV. A privação da liberdade de uma pessoa, sob a alegação de dívida contraída no momento do contrato de trabalho, não é uma modalidade de escravidão.
V. As jornadas excessivas e a situação degradante de trabalho são consideradas formas de escravidão pela legislação brasileira atual.
São corretas apenas as afirmações:
A) I, II e IV
B) I, III e V
C) I, IV e V
D) II, III e IV
E) III, IV e V
RESPOSTA: B
QUESTÃO 05 –
TEXTO: Quinze de novembro
Deodoro todo nos trinques
Bate na porta de Dão Pedro Segundo.
" - Seu imperador, dê o fora
que nós queremos tomar conta desta bugiganga.
Mande vir os músicos."
O imperador bocejando responde:
"Pois não meus filhos não se vexem
me deixem calçar as chinelas
podem entrar à vontade:
só peço que não me bulam nas obras completas de Victor Hugo".
(Murilo Mendes. "História do Brasil. Poemas." Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1994, p. 169)
Considere os itens a seguir.
I. A guerra mostrou as contradições do Império brasileiro: a escravidão começou a ser questionada com grande intensidade.
II. Com a guerra, o Exército brasileiro, ao se fortalecer, tomou consciência de seu poder, recusando as lideranças civis que ocupavam as pastas militares.
III. A guerra abalou os fundamentos do Império. O declínio da monarquia foi concomitante à guerra e as críticas atingiram seu ponto vital, a escravidão.
IV. A guerra contribuiu para o declínio do tradicional modelo econômico agroexportador e como conseqüência para o isolamento da monarquia.
V. Após a guerra a monarquia conheceu uma relativa instabilidade política provocada pela luta partidária entre liberais e conservadores.
O fenômeno descrito no poema pode-se associar a Guerra do Paraguai. Sobre o assunto é correto SOMENTE o que está afirmado em
a) I, II e III.
b) I, III e V.
c) I, IV e V.
d) II, III e IV.
e) II, IV e V.
RESPOSTA: A
QUESTÃO 06 –
"Não se pode esquecer os laços estreitos que ligavam a economia agroexportadora brasileira à Inglaterra. Os ingleses, nas décadas de 1840-50, praticamente dominavam o comércio de importação-exportação do país; nos anos de 1840, firmas britânicas controlavam 50% das exportações brasileiras de café e açúcar e 60% das de algodão. Da mesma maneira, os bancos ingleses, através de empréstimos externos ao Estado, se faziam presentes na economia nacional. A este tipo de presença econômica, agrega-se que as pressões inglesas (...) assumiam a forma militar, com o aprisionamento de navios brasileiros." (João L. Fragoso e Francisco C. T. da Silva, "A Política no Império e no início da República Velha." In Maria Yedda Linhares (org.), "História Geral do Brasil")
Além dessa presença econômica, o país citado exerceu pressões para que o governo brasileiro
a) aprovasse a Tarifa Alves Branco.
b) abolisse o tráfico negreiro.
c) impulsionasse a "Era Mauá".
d) rompesse relações com o Paraguai.
e) aceitasse o "Funding Loan".
RESPOSTA: B
QUESTÃO 07 –
Leia, com atenção, o texto: "A Princesa Imperial Regente, em nome de sua Majestade o Imperador Senhor D. Pedro II, faz saber a todos os súditos do Império que a Assembléia Geral decretou e Ella sancionou a Lei seguinte: Art.1¡. É declarada extinta desde a data desta Lei, a escravidão no Brasil. Art.2¡. Revogam-se as disposições em contrário."
13 de maio de 1888
O importante fato revelado por esse documento histórico representa o fim de um longo processo, do qual participaram vários atores sociais. Sobre esse processo, assinale a alternativa INCORRETA:
a) Com o fim do tráfico internacional de cativos, a reposição da mão-de-obra escrava no Brasil passou a depender da reprodução natural.
b) A Lei do Ventre Livre estabelecia que todas as crianças, filhas de mães escravas, nasceriam livres. Mas assegurava que os senhores podiam dispor de sua mão-de-obra até a idade de 21 anos.
c) A abolição do trabalho escravo foi resultado de um processo gradual, perceptível pelos decretos anteriores de fim do tráfico e leis do Ventre Livre e Sexagenários.
d) O movimento abolicionista foi liderado por todos os fazendeiros do sudeste cafeeiro, interessados na rápida substituição da mão-de-obra escrava pelo trabalhador livre.
e) A pressão antiescravista dos abolicionistas, associada às fugas e revoltas de escravos, pressionou a abolição da escravatura.
RESPOSTA: D
QUESTÃO 08 –
Segundo o historiador Bóris Fausto, o fim de regime monárquico resultou de uma série de fatores de diferente relevâncias, destacando-se:
a) unicamente o xenofobismo despertado pelo Conde d'Eu nos meios nacionalistas.
b) a disputa entre a Igreja e o Estado, sem dúvida o fator prioritário da queda do regime.
c) a maior força política da época: os barões fluminenses, defensores da Abolição.
d) a aliança entre exército e burguesia cafeeira, que, além da derrubada da Monarquia, constituiu uma base social estável para o novo regime.
e) a doutrina positivista, defendida pelas elites e que se opunha a um exército forte e reformista.
RESPOSTA: D
QUESTÃO 09 –
A Guerra de Canudos, de 1896 a 1897, foi um dos principais conflitos que marcaram o início do período republicano no Brasil. Os prisioneiros retratados na foto são sobreviventes dessa guerra, sertanejos vítimas de exclusão social e política.
Os fatores responsáveis por essa exclusão, naquele contexto, foram:
a) concentração fundiária – coronelismo
b) êxodo rural - voto de cabresto
c) desemprego - reação monarquista
d) crise agrícola - sincretismo religioso
e) abolição da escravidão – questão religiosa
RESPOSTA: A
QUESTÃO 10 –
A primeira constituição republicana do Brasil de 1891, baseada na carta dos Estados Unidos da América, tinha como princípios fundamentais, EXCETO:
a) regime representativo com eleição direta dos presidentes da república, dos estados e membros do poder legislativo.
b) Federalismo que permitia aos vinte estados ter autonomia para elaborarem sua própria constituição.
c) Igualdade entre as unidades da Federação nas decisões políticas e econômicas nacionais.
d) Presidencialismo possibilitando ao presidente da república enquanto chefe da nação, intervir nos Estados, em casos de necessidade.
e) Sufrágio universal em que todos os cidadãos passavam a ter direito de eleger membros do executivo e legislativo.
RESPOSTA: E
quinta-feira, 22 de março de 2012
PROVA GABARITADA DE HISTÓRIA A2 - 6º ANO
Professor(a): ANDRÉ LUIZ RAIMUNDO
Id. Turma: 0306AM Bimestre: 1 Data: março 2012
CARTÃO RESPOSTA
QUESTÃO 01 A B C D E
QUESTÃO 02 A B C D E
QUESTÃO 03 A B C D E
QUESTÃO 04 A B C D E
QUESTÃO 05 A B C D E
QUESTÃO 06 A B C D E
QUESTÃO 07 A B C D E
QUESTÃO 08 A B C D E
QUESTÃO 09 A B C D E
QUESTÃO 10 A B C D E
Orientações para preenchimento do cartão
Preencha o cartão resposta pintando com caneta preta ou azul apenas a alternativa correspondente às letras das alternativas assinadas na prova.
ATENÇÃO: No cartão resposta não pode haver rasura, branquinho ou duas marcações na mesma questão. Só há uma resposta certa.
QUESTÃO 01 –
Puxa, vários livros caíram da estante abaixo. Será que você consegue os organizar com ajuda de uma cronologia?
ESTANTE 1 - IDADE CONTEMPORANEA
ESTANTE 2 - IDADE MODERNA
ESTANTE 3 - IDADE MÉDIA
ESTANTE 4 - IDADE ANTIGA
ESTANTE 5 - PRÉ-HISTÓRIA
lIVROS:
JOANA DÁRC
VIDA DE JESUS
REVOLUÇÃO FRANCESA 1789 A 1799
A QUEDA DE CONSTANTINOPLA 1453
A GUERRA DO FOGO
As alternativas abaixo apresentam algumas sugestões de organização, faça um X naquela que você considera certa:
a) Prateleira A: Joana D’Arc;
Prateleira B: 1789-1799, a revolução Francesa;
Prateleira C: A queda de Constantinopla 1453;
Prateleira D: A Vida de Jesus;
Prateleira E: A guerra do Fogo.
b) Prateleira A: 1789-1799, a revolução Francesa;
Prateleira B: Joana D’Arc;
Prateleira C: A queda de Constantinopla 1453;
Prateleira D: A guerra do Fogo.
Prateleira E: A Vida de Jesus;
c) Prateleira A: 1789-1799, a revolução Francesa;
Prateleira B: A queda de Constantinopla 1453;
Prateleira C: Joana D’Arc;
Prateleira D: A Vida de Jesus;
Prateleira E: A guerra do Fogo.
d) Prateleira A: A guerra do Fogo.
Prateleira B: Joana D’Arc
Prateleira C: A queda de Constantinopla 1453;
Prateleira D: A Vida de Jesus;
Prateleira E: 1789-1799, a revolução Francesa;
e) Prateleira A: A Vida de Jesus;
Prateleira B: A guerra do Fogo.
Prateleira C: Joana D’Arc
Prateleira D: A queda de Constantinopla 1453
Prateleira E: 1789-1799, a revolução Francesa;
RESPOSTA: C
TEXTO PARA AS QUESTÕES 02, 03, 04.
Pequena biografia
Dilma Vana Rousseff Linhares (Belo Horizonte, nasceu em 14 de dezembro de 1947) é uma economista e política brasileira, filiada ao Partido dos Trabalhadores, e atual ministra da Casa Civil. É graduada pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, com mestrado em teoria econômica e doutorado em economia monetária e financeira, ambos pela Unicamp.
Na década de 1960, durante o regime militar, participou da luta armada atuando em organizações clandestinas de esquerda, como a Política Operária Polop e o Comando de Libertação Nacional (COLINA).[1] Esteve presa entre 1970 e 1973 nos órgãos públicos de repressão política, quando foi torturada.[1] Participou, na época, da ação que roubou o cofre do ex-governador paulista Adhemar de Barros onde teriam sido subtraídos US$ 2,6 milhões de dólares americanos.
No final da década de 1970, casou-se com o também militante político Carlos Araújo, fixando residência no Rio Grande do Sul.
Participou da tentativa de reestruturação do Partido Trabalhista Brasileiro, vínculada ao grupo de Leonel Brizola. Após a perda da sigla para o grupo de Ivete Vargas, participou da fundação do Partido Democrático Trabalhista.
Foi Secretária de Minas e Energia durante o Governo Alceu Collares no Estado, entre 1991 e 1994. Em 1998 Olívio Dutra, do Partido dos Trabalhadores, ganha as eleições para o governo gaúcho com o apoio do PDT no segundo turno, e Dilma novamente foi empossada na Secretaria de Minas e Energia. No final de 1999, antes do governo petista ter completado um ano, o PDT abandona a base, exigindo que seus filiados entregassem os cargos. Dilma, juntamente com Emília Fernandes, Milton Zuanazzi e o trabalhista histórico Sereno Chaise, sai do PDT e filia-se ao PT, continuando no governo.
Dilma Rousseff integra o governo de Lula desde o início, em 2003, como ministra de Minas e Energia. Trocou de cargo, e passou a chefiar a Casa Civil em 21 de junho de 2005, ocupando o lugar de José Dirceu.
Fonte: http://dilmapresidente.blogspot.com/2008/03/pequena-biografia.html
Questão 02 –
A partir da leitura do texto podemos concluir que
a) Dilma já havia sido eleita presidente do Brasil.
b) Dilma nasceu no Estado de São Paulo
c) Nasceu na Idade Moderna.
d) Em 2012 ela irá fazer 65 anos.
e) Começou a trabalhar com o presidente Lula a partir do ano de 2010
RESPOSTA: D
Questão 03 – Descreva abaixo qual foi o seu raciocínio para encontrar a resposta
RESPOSTA: O estudante ao analisar as alternativas deveria perceber que para saber se a D está certa ou não ele deveria buscar as informações que poderiam indicar sua idade. No texto vemos Dilma Vana Rousseff Linhares (Belo Horizonte, nasceu em 14 de dezembro de 1947
Questão 04 – Fonte histórica é tudo o que pode fornecer informações sobre o passado e ser utilizado para por um investigador para investigar fatos que já ocorreram. A fonte utilizada para se responder à questão 2 pode ser identificada como:
a) Fonte Imaterial
b) Lenda
c) Fonte Não escrita (vídeo)
d) Fósseis
e) Fonte Escrita (blog)
RESPOSTA: E
Questão 05 – O historiador é o cientista, que procura descrever os fatos e eventos do passado. Para esse trabalho ele se ocupa principalmente em estudar as fontes escritas. Mas há vários outros profissionais e outras ciências que ajudam nesse trabalho, entre eles o arqueólogo ou a arqueologia.
O bom historiador deve, portanto, possuir varias habilidades para conseguir retirar o máximo de informação das fontes históricas que utiliza.
Entre outras habilidades, para encontrar na fonte a resposta certa na questão 2, o estudante historiador teve que utilizar dos conhecimentos
a) De químicas
b) De língua inglesa.
c) De arte
d) De matemática
e) De arqueologia
RESPOSTA: D
Questão 06 – Após nossos estudos pode-se afirmar que (ASSINALE A ALTERNATIVA INCORRETA)
a) Há uma hipótese que afirma que os seres vivos surgiram de compostos orgânicos muitos simples.
b) Há uma hipótese que diz que a vida na terra teria começado a partir de micro-organismos trazidos por pedaços de rochas.
c) Que a hipótese mais aceita pelos historiadores sobre a origem da vida é a de que Há uma hipótese que afirma que os seres vivos surgiram de compostos orgânicos muitos simples.
d) Que o ser humano faz parte de um grupo de mamíferos chamados primatas que teve origem na África, há cerca de 70 milhões de anos.
e) Todos os vestígios científicos confirmam a tese dos Judeus de que o mundo possui 5772 anos e que foi criado em 7 dias.
RESPOSTA: E
Questão 07 –
Os arqueólogos dividem a Pré-História humana em vários períodos, de acordo com as características tecnológicas e com as formas de exploração da natureza. Com relação a um desses períodos, o Paleolítico, é correto afirmar:
a) Os sítios arqueológicos do Paleolítico caracterizam-se pela existência de grandes casas de madeira, às vezes, acompanhadas de pequenos “altares” de pedra, demonstrando, assim, a presença de um pensamento religioso.
b) Os homens iniciaram a domesticação de cabras e ovelhas, fazendo uso da lã e do leite, e fazendo roupas de couro para enfrentarem o rigoroso clima glacial.
c) Os homens viviam da caça e da coleta, utilizando instrumentos de pedra lascada, madeira e osso, vestindo peles de animais nas regiões mais frias, e elaborando belíssimas pinturas nas paredes das cavernas.
d) O homem começou, de forma ainda simples, a trabalhar com metais, como o ferro e o ouro, deixando alguns belos ornamentos pessoais e iniciando a fabricação de armas e instrumentos mais eficientes.
e) Os homens já cultivavam algumas plantas, como o trigo e a cevada, armazenando sua pequena produção em recipientes muito simples, feitos de palha e madeira.
RESPOSTA: C
Questão 08 –
No período Neolítico, a sociedade conheceu importantes transformações, exceto:
a) o início do processo de sedentarização;
b) a divisão social do trabalho veio substituir a divisão sexual do trabalho.
c) o desenvolvimento da agricultura e do pastoreio;
d) a transição para uma economia coletora, pescadora e caçadora;
e) a utilização dos animais como força complementar à do homem.
RESPOSTA: D
Questão 09 –
A pintura rupestre mostrada na figura abaixo, que é um patrimônio cultural brasileiro, expressa
a) o conflito entre os povos indígenas e os europeus durante o processo de colonização do Brasil.
b) a organização social e política de um povo indígena e a hierarquia entre seus membros.
c) aspectos da vida cotidiana de grupos que viveram durante a chamada pré-história do Brasil.
d) os rituais que envolvem sacrifícios de grandes dinossauros na europa, atualmente extintos.
e) a constante guerra entre diferentes grupos de índios da América durante o período colonial.
RESPOSTA: C
Questão 10 – Descreva os motivos da escolha da alternativa da questão 09.
RESPOSTA: No enunciado diz que a figura ao lado é um patrimônio cultural brasileiro. Na legenda indica-se PI, Piauí.
A pintura é rupestre, portanto faz parte da pré-história. A colonização faz parte da Idade Moderna (1500).
A imagem não indicar organização social e politica de um povo indígena.
Os dinossauros não conviveram com a espécie humana e a pintura indica brasil.
Guerra entre indíos no período colonial não poderiam ser retratadas na pré-história.
Id. Turma: 0306AM Bimestre: 1 Data: março 2012
CARTÃO RESPOSTA
QUESTÃO 01 A B C D E
QUESTÃO 02 A B C D E
QUESTÃO 03 A B C D E
QUESTÃO 04 A B C D E
QUESTÃO 05 A B C D E
QUESTÃO 06 A B C D E
QUESTÃO 07 A B C D E
QUESTÃO 08 A B C D E
QUESTÃO 09 A B C D E
QUESTÃO 10 A B C D E
Orientações para preenchimento do cartão
Preencha o cartão resposta pintando com caneta preta ou azul apenas a alternativa correspondente às letras das alternativas assinadas na prova.
ATENÇÃO: No cartão resposta não pode haver rasura, branquinho ou duas marcações na mesma questão. Só há uma resposta certa.
QUESTÃO 01 –
Puxa, vários livros caíram da estante abaixo. Será que você consegue os organizar com ajuda de uma cronologia?
ESTANTE 1 - IDADE CONTEMPORANEA
ESTANTE 2 - IDADE MODERNA
ESTANTE 3 - IDADE MÉDIA
ESTANTE 4 - IDADE ANTIGA
ESTANTE 5 - PRÉ-HISTÓRIA
lIVROS:
JOANA DÁRC
VIDA DE JESUS
REVOLUÇÃO FRANCESA 1789 A 1799
A QUEDA DE CONSTANTINOPLA 1453
A GUERRA DO FOGO
As alternativas abaixo apresentam algumas sugestões de organização, faça um X naquela que você considera certa:
a) Prateleira A: Joana D’Arc;
Prateleira B: 1789-1799, a revolução Francesa;
Prateleira C: A queda de Constantinopla 1453;
Prateleira D: A Vida de Jesus;
Prateleira E: A guerra do Fogo.
b) Prateleira A: 1789-1799, a revolução Francesa;
Prateleira B: Joana D’Arc;
Prateleira C: A queda de Constantinopla 1453;
Prateleira D: A guerra do Fogo.
Prateleira E: A Vida de Jesus;
c) Prateleira A: 1789-1799, a revolução Francesa;
Prateleira B: A queda de Constantinopla 1453;
Prateleira C: Joana D’Arc;
Prateleira D: A Vida de Jesus;
Prateleira E: A guerra do Fogo.
d) Prateleira A: A guerra do Fogo.
Prateleira B: Joana D’Arc
Prateleira C: A queda de Constantinopla 1453;
Prateleira D: A Vida de Jesus;
Prateleira E: 1789-1799, a revolução Francesa;
e) Prateleira A: A Vida de Jesus;
Prateleira B: A guerra do Fogo.
Prateleira C: Joana D’Arc
Prateleira D: A queda de Constantinopla 1453
Prateleira E: 1789-1799, a revolução Francesa;
RESPOSTA: C
TEXTO PARA AS QUESTÕES 02, 03, 04.
Pequena biografia
Dilma Vana Rousseff Linhares (Belo Horizonte, nasceu em 14 de dezembro de 1947) é uma economista e política brasileira, filiada ao Partido dos Trabalhadores, e atual ministra da Casa Civil. É graduada pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, com mestrado em teoria econômica e doutorado em economia monetária e financeira, ambos pela Unicamp.
Na década de 1960, durante o regime militar, participou da luta armada atuando em organizações clandestinas de esquerda, como a Política Operária Polop e o Comando de Libertação Nacional (COLINA).[1] Esteve presa entre 1970 e 1973 nos órgãos públicos de repressão política, quando foi torturada.[1] Participou, na época, da ação que roubou o cofre do ex-governador paulista Adhemar de Barros onde teriam sido subtraídos US$ 2,6 milhões de dólares americanos.
No final da década de 1970, casou-se com o também militante político Carlos Araújo, fixando residência no Rio Grande do Sul.
Participou da tentativa de reestruturação do Partido Trabalhista Brasileiro, vínculada ao grupo de Leonel Brizola. Após a perda da sigla para o grupo de Ivete Vargas, participou da fundação do Partido Democrático Trabalhista.
Foi Secretária de Minas e Energia durante o Governo Alceu Collares no Estado, entre 1991 e 1994. Em 1998 Olívio Dutra, do Partido dos Trabalhadores, ganha as eleições para o governo gaúcho com o apoio do PDT no segundo turno, e Dilma novamente foi empossada na Secretaria de Minas e Energia. No final de 1999, antes do governo petista ter completado um ano, o PDT abandona a base, exigindo que seus filiados entregassem os cargos. Dilma, juntamente com Emília Fernandes, Milton Zuanazzi e o trabalhista histórico Sereno Chaise, sai do PDT e filia-se ao PT, continuando no governo.
Dilma Rousseff integra o governo de Lula desde o início, em 2003, como ministra de Minas e Energia. Trocou de cargo, e passou a chefiar a Casa Civil em 21 de junho de 2005, ocupando o lugar de José Dirceu.
Fonte: http://dilmapresidente.blogspot.com/2008/03/pequena-biografia.html
Questão 02 –
A partir da leitura do texto podemos concluir que
a) Dilma já havia sido eleita presidente do Brasil.
b) Dilma nasceu no Estado de São Paulo
c) Nasceu na Idade Moderna.
d) Em 2012 ela irá fazer 65 anos.
e) Começou a trabalhar com o presidente Lula a partir do ano de 2010
RESPOSTA: D
Questão 03 – Descreva abaixo qual foi o seu raciocínio para encontrar a resposta
RESPOSTA: O estudante ao analisar as alternativas deveria perceber que para saber se a D está certa ou não ele deveria buscar as informações que poderiam indicar sua idade. No texto vemos Dilma Vana Rousseff Linhares (Belo Horizonte, nasceu em 14 de dezembro de 1947
Questão 04 – Fonte histórica é tudo o que pode fornecer informações sobre o passado e ser utilizado para por um investigador para investigar fatos que já ocorreram. A fonte utilizada para se responder à questão 2 pode ser identificada como:
a) Fonte Imaterial
b) Lenda
c) Fonte Não escrita (vídeo)
d) Fósseis
e) Fonte Escrita (blog)
RESPOSTA: E
Questão 05 – O historiador é o cientista, que procura descrever os fatos e eventos do passado. Para esse trabalho ele se ocupa principalmente em estudar as fontes escritas. Mas há vários outros profissionais e outras ciências que ajudam nesse trabalho, entre eles o arqueólogo ou a arqueologia.
O bom historiador deve, portanto, possuir varias habilidades para conseguir retirar o máximo de informação das fontes históricas que utiliza.
Entre outras habilidades, para encontrar na fonte a resposta certa na questão 2, o estudante historiador teve que utilizar dos conhecimentos
a) De químicas
b) De língua inglesa.
c) De arte
d) De matemática
e) De arqueologia
RESPOSTA: D
Questão 06 – Após nossos estudos pode-se afirmar que (ASSINALE A ALTERNATIVA INCORRETA)
a) Há uma hipótese que afirma que os seres vivos surgiram de compostos orgânicos muitos simples.
b) Há uma hipótese que diz que a vida na terra teria começado a partir de micro-organismos trazidos por pedaços de rochas.
c) Que a hipótese mais aceita pelos historiadores sobre a origem da vida é a de que Há uma hipótese que afirma que os seres vivos surgiram de compostos orgânicos muitos simples.
d) Que o ser humano faz parte de um grupo de mamíferos chamados primatas que teve origem na África, há cerca de 70 milhões de anos.
e) Todos os vestígios científicos confirmam a tese dos Judeus de que o mundo possui 5772 anos e que foi criado em 7 dias.
RESPOSTA: E
Questão 07 –
Os arqueólogos dividem a Pré-História humana em vários períodos, de acordo com as características tecnológicas e com as formas de exploração da natureza. Com relação a um desses períodos, o Paleolítico, é correto afirmar:
a) Os sítios arqueológicos do Paleolítico caracterizam-se pela existência de grandes casas de madeira, às vezes, acompanhadas de pequenos “altares” de pedra, demonstrando, assim, a presença de um pensamento religioso.
b) Os homens iniciaram a domesticação de cabras e ovelhas, fazendo uso da lã e do leite, e fazendo roupas de couro para enfrentarem o rigoroso clima glacial.
c) Os homens viviam da caça e da coleta, utilizando instrumentos de pedra lascada, madeira e osso, vestindo peles de animais nas regiões mais frias, e elaborando belíssimas pinturas nas paredes das cavernas.
d) O homem começou, de forma ainda simples, a trabalhar com metais, como o ferro e o ouro, deixando alguns belos ornamentos pessoais e iniciando a fabricação de armas e instrumentos mais eficientes.
e) Os homens já cultivavam algumas plantas, como o trigo e a cevada, armazenando sua pequena produção em recipientes muito simples, feitos de palha e madeira.
RESPOSTA: C
Questão 08 –
No período Neolítico, a sociedade conheceu importantes transformações, exceto:
a) o início do processo de sedentarização;
b) a divisão social do trabalho veio substituir a divisão sexual do trabalho.
c) o desenvolvimento da agricultura e do pastoreio;
d) a transição para uma economia coletora, pescadora e caçadora;
e) a utilização dos animais como força complementar à do homem.
RESPOSTA: D
Questão 09 –
A pintura rupestre mostrada na figura abaixo, que é um patrimônio cultural brasileiro, expressa
a) o conflito entre os povos indígenas e os europeus durante o processo de colonização do Brasil.
b) a organização social e política de um povo indígena e a hierarquia entre seus membros.
c) aspectos da vida cotidiana de grupos que viveram durante a chamada pré-história do Brasil.
d) os rituais que envolvem sacrifícios de grandes dinossauros na europa, atualmente extintos.
e) a constante guerra entre diferentes grupos de índios da América durante o período colonial.
RESPOSTA: C
Questão 10 – Descreva os motivos da escolha da alternativa da questão 09.
RESPOSTA: No enunciado diz que a figura ao lado é um patrimônio cultural brasileiro. Na legenda indica-se PI, Piauí.
A pintura é rupestre, portanto faz parte da pré-história. A colonização faz parte da Idade Moderna (1500).
A imagem não indicar organização social e politica de um povo indígena.
Os dinossauros não conviveram com a espécie humana e a pintura indica brasil.
Guerra entre indíos no período colonial não poderiam ser retratadas na pré-história.
domingo, 18 de março de 2012
Orientações para o estudo em preparação à A2 de História do 9º ano
Quais capítulo devo estudar?
Caderno 1 –
Unidade 1 –
Capítulo 1 e Capítulo 2
Dicas:
Reler os capítulos.
Refazer todos os exercícios da apostila.
Ver os vídeos postados no facebook do professor.
Tirar as dúvidas na segunda, terça e quarta-feira, com o professor.
O que devo saber para ir bem na prova:
1. Qual o contexto do final do governo de Dom Pedro II. Pag. 308
2. Por que a proibição do tráfico negreiro acelerou o processo que pôs fim à monarquia no Brasil. Pag. 308 a 309.
3. Quais foram as legislações abolicionistas e quais seus reais avanços nesse processo. Pag. 309 a 310.
4. Como se deu a campanha abolicionista. Pag. 310
5. Quais foram as conseqüências da abolição. Pag. 311
6. Quem foram os sujeitos que articularam o movimento republicano. Pag. 312
7. O que foi a Questão religiosa. Pag. 313
8. O que foi a Questão militar. Pag. 314
9. Como se deu o golpe de 15 de novembro. Pag. 314
10. Por que a primeira parta da República Oligárquica é chamada de República da Espada. Pag. 314.
11. Quais as características principais da Constituição promulgada em fevereiro de 1891.
12. Como se deu a consolidação do novo regime. Pag. 315
13. O que foi a política dos governadores. Pag. 316
14. O que foi a política do café com leite. Pag. 316 a 317.
15. O que foi a Guerra de canudos e qual sua importância para esse período. Pag. 317.
Caderno 1 –
Unidade 1 –
Capítulo 1 e Capítulo 2
Dicas:
Reler os capítulos.
Refazer todos os exercícios da apostila.
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O que devo saber para ir bem na prova:
1. Qual o contexto do final do governo de Dom Pedro II. Pag. 308
2. Por que a proibição do tráfico negreiro acelerou o processo que pôs fim à monarquia no Brasil. Pag. 308 a 309.
3. Quais foram as legislações abolicionistas e quais seus reais avanços nesse processo. Pag. 309 a 310.
4. Como se deu a campanha abolicionista. Pag. 310
5. Quais foram as conseqüências da abolição. Pag. 311
6. Quem foram os sujeitos que articularam o movimento republicano. Pag. 312
7. O que foi a Questão religiosa. Pag. 313
8. O que foi a Questão militar. Pag. 314
9. Como se deu o golpe de 15 de novembro. Pag. 314
10. Por que a primeira parta da República Oligárquica é chamada de República da Espada. Pag. 314.
11. Quais as características principais da Constituição promulgada em fevereiro de 1891.
12. Como se deu a consolidação do novo regime. Pag. 315
13. O que foi a política dos governadores. Pag. 316
14. O que foi a política do café com leite. Pag. 316 a 317.
15. O que foi a Guerra de canudos e qual sua importância para esse período. Pag. 317.
TP E ORIENTAÇÕES PARA A A2 1º BIMESTRE - 8º ANO
Disciplina: HISTÓRIA
Professor(a): ANDRÉ LUIZ RAIMUNDO
Id. Turma: 0308AM Bimestre: 1 Data: março 2012
Nome:
Nº:
CARTÃO RESPOSTA
QUESTÃO 01 A B C D E
QUESTÃO 02 A B C D E
QUESTÃO 03 A B C D E
QUESTÃO 04 A B C D E
QUESTÃO 05 A B C D E
QUESTÃO 06 A B C D E
QUESTÃO 07 A B C D E
QUESTÃO 08 A B C D E
QUESTÃO 09 A B C D E
QUESTÃO 10 A B C D E
Orientações para preenchimento do cartão
Preencha o cartão resposta pintando com caneta preta ou azul apenas a alternativa correspondente às letras das alternativas assinadas na prova.
ATENÇÃO: No cartão resposta não pode haver rasura, branquinho ou duas marcações na mesma questão. Só há uma resposta certa.
Estudantes do 8º ano, vocês deverão resolver as questões abaixo e enviar as respostas por email: andre@degrausnet.com.br até a terça-feira a noite.
Na quarta-feira, Vocês encontrarão as questões resolvidas no blog do professor André: http://andre-filosofo.blogspot.com/
De posse das respostas enviadas, compare com as respostas postadas no blog e veja o que você ainda precisa estudar.
Vídeos, textos e dicas os estudantes encontrarão no FACEBOOK do professor André: http://www.facebook.com/andreluiz.raimundo
Quais capítulo devo estudar?
Caderno 1 – Unidade 1 – Capítulo 1 e Capítulo 2.
Dicas:
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Tirar as dúvidas na segunda, terça e quarta-feira, com o professor.
Fazer as questões propostas nesse TP.
O que devo saber para ir bem na prova:
1. Do que o absolutismo foi resultado. Pag. 292
2. O significa dizer que o rei possui poder absoluto? Pag 292
3. Se o absolutismo aconteceu da mesma maneira e ao mesmo tempo em todas as regiões: pg. 292
4. O que é mercantilismo e qual sua relação com o absolutismo Pag. 293
5. A relação entre os interesses da burguesia no final da Idade Média e a centralização do poder na pessoa do rei. Pag. 293
6. A situação da nobreza diante da parceria do rei e burguesia. Pag. 293
7. Qual a importância da Reforma Protestante para a centralização do poder do rei. Pag. 293.
8. Quais foram os reis absolutista que mais se destacaram. Pag 294
9. Quais foram os principais teóricos do absolutismo e quais eram suas teorias: pag. 294 a 295
10. Quais as características próprias do Absolutismo inglês. Pag. 295.
11. Como foi o Governo de Henrique VIII e qual a contribuição do Ato de Supremacia para seu governo. Pag. 296 a 297
12. Como foi o governo de Elisabeth I. Pag. 296 a 297.
13. Quais as características próprias da formação do absolutismo francês. Pag. 298.
14. Quais foram os conflitos religiosos na França durante o processo de formação do absolutismo na França. Pag. 298
15. Como foi o governo de Luis XIV. Pag. 299.
16. Como se deu a colonização das treze colônias Inglesas. Pag. 306.
17. Quais as características da colonização do norte e do centro. Pag. 307 a 308.
18. Quais as características das colônias do sul. Pag. 309.
19. O que foi o comércio triangular. Pag. 310
20. Como se deu a colonização francesa na América. Pag. 310
21. Como se deu a colonização Holandesa na América. Pag 311
Questão 01 – Qual das opções a seguir ordena corretamente a seqüência cronológica do processo histórico:
a) Crise do sistema feudal - Liberalismo Burguês - Revolução Francesa - Formação dos Estados Absolutos.
b) Iluminismo - absolutismo monárquico - capitalismo industrial - descoberta da América.
c) Renascimento - capitalismo monopolista - expansão islâmica - mercantilismo.
d) Feudalismo - expansão ultramarina - Reforma - despotismo esclarecido.
e) Capitalismo comercial - Revolução Industrial - colonialismo português - as Cruzadas.
Questão 02 – O Absolutismo na Inglaterra definiu-se nos governos de Henrique VIII e Elizabeth I, monarcas da dinastia Tudor. Estabeleça a correlação entre Absolutismo, Reforma Anglicana e Mercantilismo na época Tudor.
Questão 03 - Principalmente a partir do século XVI vários autores passam a desenvolver teorias, justificando o poder real. São os legistas que, através de doutrinas leigas ou religiosas, tentam legalizar o Absolutismo. Um deles é Maquiavel: afirma que a obrigação suprema do governante é manter o poder e a segurança do país que governa. Para isso deve usar de todos os meios disponíveis pois que "os fins justificam os meios." Professou suas idéias na famosa obra:
a) "Leviatã"
b) "Do Direito da Paz e da Guerra"
c) "República"
d) "O Príncipe"
e) "Política Segundo as Sagradas Escrituras"
Questão 04 - A famosa frase atribuída a Luis XIV: "O Estado sou eu", define:
a) o absolutismo;
b) o iluminismo,
c) o liberalismo;
d) o patriotismo do rei;
e) a igualdade democrática.
Questão 05 - Acerca do Absolutismo na Inglaterra, NÃO é possível afirmar que:
a) Fortaleceu-se com a criação da Igreja Anglicana.
b) Foi iniciado por Henrique VIII, da dinastia Tudor, e consolidado no longo reinado de sua filha Elizabeth I.
c) A política mercantilista intervencionista foi fundamental para a sua solidificação.
d) Foi conseqüência da Guerra das Duas Rosas, que eliminou milhares de nobres e facilitou a consolidação da monarquia centralizada.
e) O rei reinava mas não governava, a exemplo do que ocorreu durante toda a modernidade.
Questão 06 - A política externa de Luís XIV, o Rei Sol, teve como principal característica:
a) A ruína da economia francesa em decorrência das sucessivas guerras que a França travou contra outros países para preservar sua supremacia na Europa, juntamente com os gastos vultosos para manutenção da corte.
b) A consolidação do absolutismo monárquico através da redução dos poderes da alta burguesia.
c) Concentração da autoridade política na pessoa do rei.
d) Por ter reduzido seus ministros à condição de meros funcionários, passar a fiscalizar, pessoalmente, todos os negócios do Estado.
e) A auto-suficiência do país com a regulamentação da produção, a criação de manufaturas do Estado e o incremento do comércio exterior.
Questão 07 - Sobre o absolutismo inglês do século XVII e a ocupação colonial da América do Norte, é possível afirmar:
(01) As transformações que atingiram a política agrária, com o cercamento dos campos e a expulsão dos camponeses da terra, resultaram na concentração de uma população marginal e vadia nos centros urbanos, contribuindo para aprofundar as tensões sociais.
(02) A contestação da burguesia ao absolutismo inglês pode ser explicada pela necessidade de ampliar sua área de atuação política, derrubando a antiga ordem feudal, os privilégios da nobreza latifundiária e o mercantilismo controlador da economia.
(04) Os conflitos religiosos do século XVII favoreceram o fortalecimento do absolutismo inglês e sua dominação colonial-mercantil no litoral leste da América do Sul.
(08) O parlamentarismo inglês, efetivamente instalado após a Revolução Gloriosa, representou a derrubada do absolutismo, a vitória da burguesia e sua aliança com a nobreza latifundiária, em benefício da expansão das práticas capitalistas.
(16) A ocupação colonial inglesa, no litoral leste da América do Norte, ocorreu através da atuação de Companhias de Comércio particulares e da participação de contingentes populacionais originários de outros países europeus.
(32) A "servidão por contrato" que se estabeleceu nas colônias inglesas da América do Norte era constituída por parte do excedente de mão-de-obra existente na metrópole, excluída das atividades manufatureiras incipientes e canalizada para a área colonial. (64) A atuação da Igreja Católica nas áreas coloniais norte-americanas intensificou-se no século XVII, apesar da grande concentração de protestantes originários da Inglaterra. Soma ( )
Questão 08 - Uma das características do Mercantilismo, política econômica do capitalismo comercial, foi:
a) liberalismo econômico.
b) protecionismo estatal.
c) eliminação do metalismo.
d) oposição ao absolutismo.
e) restrição às exportações.
Questão 09 - Pelo Edito de Nantes, em 1598, Henrique IV da França
a) reprimiu violentamente os protestantes em Paris, no acontecimento conhecido como "A Noite de São Bartolomeu".
b) instituiu a cobrança de impostos territoriais somente para os protestantes franceses.
c) estabeleceu a igualdade política entre os diferentes credos.
d) diminuiu o poder dos católicos franceses, assegurando a supremacia política aos huguenotes.
e) concentrou todo o poder nas suas mãos, implantando o absolutismo na França.
Questão 10 - Sobre a colonização inglesa nas colônias da América do Norte, é correto afirmar que:
a) no conjunto das treze colônias, o modelo de colonização baseava-se na produção tropical voltado para a exportação
b) as colônias do norte produziam artigos tropicais, utilizavam a mão-de-obra escrava e, por isso, são identificadas como colônias de exploração
c) as colônias do sul, por apresentarem um clima semelhante ao europeu, produziam gêneros de subsistência em pequenas propriedades e utilizavam mão-de-obra livre
d) as colônias de povoamento foram colonizadas por europeus que fugiam das perseguições religiosas em busca de uma nova pátria
e) tanto as colônias do sul, quanto as do norte, tinham a mesma estrutura econômica, política e social
Professor(a): ANDRÉ LUIZ RAIMUNDO
Id. Turma: 0308AM Bimestre: 1 Data: março 2012
Nome:
Nº:
CARTÃO RESPOSTA
QUESTÃO 01 A B C D E
QUESTÃO 02 A B C D E
QUESTÃO 03 A B C D E
QUESTÃO 04 A B C D E
QUESTÃO 05 A B C D E
QUESTÃO 06 A B C D E
QUESTÃO 07 A B C D E
QUESTÃO 08 A B C D E
QUESTÃO 09 A B C D E
QUESTÃO 10 A B C D E
Orientações para preenchimento do cartão
Preencha o cartão resposta pintando com caneta preta ou azul apenas a alternativa correspondente às letras das alternativas assinadas na prova.
ATENÇÃO: No cartão resposta não pode haver rasura, branquinho ou duas marcações na mesma questão. Só há uma resposta certa.
Estudantes do 8º ano, vocês deverão resolver as questões abaixo e enviar as respostas por email: andre@degrausnet.com.br até a terça-feira a noite.
Na quarta-feira, Vocês encontrarão as questões resolvidas no blog do professor André: http://andre-filosofo.blogspot.com/
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Quais capítulo devo estudar?
Caderno 1 – Unidade 1 – Capítulo 1 e Capítulo 2.
Dicas:
Reler os capítulos.
Refazer todos os exercícios da apostila.
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Tirar as dúvidas na segunda, terça e quarta-feira, com o professor.
Fazer as questões propostas nesse TP.
O que devo saber para ir bem na prova:
1. Do que o absolutismo foi resultado. Pag. 292
2. O significa dizer que o rei possui poder absoluto? Pag 292
3. Se o absolutismo aconteceu da mesma maneira e ao mesmo tempo em todas as regiões: pg. 292
4. O que é mercantilismo e qual sua relação com o absolutismo Pag. 293
5. A relação entre os interesses da burguesia no final da Idade Média e a centralização do poder na pessoa do rei. Pag. 293
6. A situação da nobreza diante da parceria do rei e burguesia. Pag. 293
7. Qual a importância da Reforma Protestante para a centralização do poder do rei. Pag. 293.
8. Quais foram os reis absolutista que mais se destacaram. Pag 294
9. Quais foram os principais teóricos do absolutismo e quais eram suas teorias: pag. 294 a 295
10. Quais as características próprias do Absolutismo inglês. Pag. 295.
11. Como foi o Governo de Henrique VIII e qual a contribuição do Ato de Supremacia para seu governo. Pag. 296 a 297
12. Como foi o governo de Elisabeth I. Pag. 296 a 297.
13. Quais as características próprias da formação do absolutismo francês. Pag. 298.
14. Quais foram os conflitos religiosos na França durante o processo de formação do absolutismo na França. Pag. 298
15. Como foi o governo de Luis XIV. Pag. 299.
16. Como se deu a colonização das treze colônias Inglesas. Pag. 306.
17. Quais as características da colonização do norte e do centro. Pag. 307 a 308.
18. Quais as características das colônias do sul. Pag. 309.
19. O que foi o comércio triangular. Pag. 310
20. Como se deu a colonização francesa na América. Pag. 310
21. Como se deu a colonização Holandesa na América. Pag 311
Questão 01 – Qual das opções a seguir ordena corretamente a seqüência cronológica do processo histórico:
a) Crise do sistema feudal - Liberalismo Burguês - Revolução Francesa - Formação dos Estados Absolutos.
b) Iluminismo - absolutismo monárquico - capitalismo industrial - descoberta da América.
c) Renascimento - capitalismo monopolista - expansão islâmica - mercantilismo.
d) Feudalismo - expansão ultramarina - Reforma - despotismo esclarecido.
e) Capitalismo comercial - Revolução Industrial - colonialismo português - as Cruzadas.
Questão 02 – O Absolutismo na Inglaterra definiu-se nos governos de Henrique VIII e Elizabeth I, monarcas da dinastia Tudor. Estabeleça a correlação entre Absolutismo, Reforma Anglicana e Mercantilismo na época Tudor.
Questão 03 - Principalmente a partir do século XVI vários autores passam a desenvolver teorias, justificando o poder real. São os legistas que, através de doutrinas leigas ou religiosas, tentam legalizar o Absolutismo. Um deles é Maquiavel: afirma que a obrigação suprema do governante é manter o poder e a segurança do país que governa. Para isso deve usar de todos os meios disponíveis pois que "os fins justificam os meios." Professou suas idéias na famosa obra:
a) "Leviatã"
b) "Do Direito da Paz e da Guerra"
c) "República"
d) "O Príncipe"
e) "Política Segundo as Sagradas Escrituras"
Questão 04 - A famosa frase atribuída a Luis XIV: "O Estado sou eu", define:
a) o absolutismo;
b) o iluminismo,
c) o liberalismo;
d) o patriotismo do rei;
e) a igualdade democrática.
Questão 05 - Acerca do Absolutismo na Inglaterra, NÃO é possível afirmar que:
a) Fortaleceu-se com a criação da Igreja Anglicana.
b) Foi iniciado por Henrique VIII, da dinastia Tudor, e consolidado no longo reinado de sua filha Elizabeth I.
c) A política mercantilista intervencionista foi fundamental para a sua solidificação.
d) Foi conseqüência da Guerra das Duas Rosas, que eliminou milhares de nobres e facilitou a consolidação da monarquia centralizada.
e) O rei reinava mas não governava, a exemplo do que ocorreu durante toda a modernidade.
Questão 06 - A política externa de Luís XIV, o Rei Sol, teve como principal característica:
a) A ruína da economia francesa em decorrência das sucessivas guerras que a França travou contra outros países para preservar sua supremacia na Europa, juntamente com os gastos vultosos para manutenção da corte.
b) A consolidação do absolutismo monárquico através da redução dos poderes da alta burguesia.
c) Concentração da autoridade política na pessoa do rei.
d) Por ter reduzido seus ministros à condição de meros funcionários, passar a fiscalizar, pessoalmente, todos os negócios do Estado.
e) A auto-suficiência do país com a regulamentação da produção, a criação de manufaturas do Estado e o incremento do comércio exterior.
Questão 07 - Sobre o absolutismo inglês do século XVII e a ocupação colonial da América do Norte, é possível afirmar:
(01) As transformações que atingiram a política agrária, com o cercamento dos campos e a expulsão dos camponeses da terra, resultaram na concentração de uma população marginal e vadia nos centros urbanos, contribuindo para aprofundar as tensões sociais.
(02) A contestação da burguesia ao absolutismo inglês pode ser explicada pela necessidade de ampliar sua área de atuação política, derrubando a antiga ordem feudal, os privilégios da nobreza latifundiária e o mercantilismo controlador da economia.
(04) Os conflitos religiosos do século XVII favoreceram o fortalecimento do absolutismo inglês e sua dominação colonial-mercantil no litoral leste da América do Sul.
(08) O parlamentarismo inglês, efetivamente instalado após a Revolução Gloriosa, representou a derrubada do absolutismo, a vitória da burguesia e sua aliança com a nobreza latifundiária, em benefício da expansão das práticas capitalistas.
(16) A ocupação colonial inglesa, no litoral leste da América do Norte, ocorreu através da atuação de Companhias de Comércio particulares e da participação de contingentes populacionais originários de outros países europeus.
(32) A "servidão por contrato" que se estabeleceu nas colônias inglesas da América do Norte era constituída por parte do excedente de mão-de-obra existente na metrópole, excluída das atividades manufatureiras incipientes e canalizada para a área colonial. (64) A atuação da Igreja Católica nas áreas coloniais norte-americanas intensificou-se no século XVII, apesar da grande concentração de protestantes originários da Inglaterra. Soma ( )
Questão 08 - Uma das características do Mercantilismo, política econômica do capitalismo comercial, foi:
a) liberalismo econômico.
b) protecionismo estatal.
c) eliminação do metalismo.
d) oposição ao absolutismo.
e) restrição às exportações.
Questão 09 - Pelo Edito de Nantes, em 1598, Henrique IV da França
a) reprimiu violentamente os protestantes em Paris, no acontecimento conhecido como "A Noite de São Bartolomeu".
b) instituiu a cobrança de impostos territoriais somente para os protestantes franceses.
c) estabeleceu a igualdade política entre os diferentes credos.
d) diminuiu o poder dos católicos franceses, assegurando a supremacia política aos huguenotes.
e) concentrou todo o poder nas suas mãos, implantando o absolutismo na França.
Questão 10 - Sobre a colonização inglesa nas colônias da América do Norte, é correto afirmar que:
a) no conjunto das treze colônias, o modelo de colonização baseava-se na produção tropical voltado para a exportação
b) as colônias do norte produziam artigos tropicais, utilizavam a mão-de-obra escrava e, por isso, são identificadas como colônias de exploração
c) as colônias do sul, por apresentarem um clima semelhante ao europeu, produziam gêneros de subsistência em pequenas propriedades e utilizavam mão-de-obra livre
d) as colônias de povoamento foram colonizadas por europeus que fugiam das perseguições religiosas em busca de uma nova pátria
e) tanto as colônias do sul, quanto as do norte, tinham a mesma estrutura econômica, política e social
terça-feira, 13 de março de 2012
RESPOSTAS DO TP - 6º ANO - DIA 13 DE MARÇO
QUESTÃO 01 - C
QUESTÃO 02 - A
QUESTÃO 03 - B
QUESTÃO 04 - E
QUESTÃO 05 - C
QUESTÃO 06 - E
QUESTÃO 07 - C
O que devo saber para ir bem na prova de história (A2):
1- O que são fontes históricas? Quais tipos de fontes históricas existem? Paginas 276 a 277
2- Se em história houve algum momento em que se acreditava na possibilidade de se aceitar uma verdade como verdade absoluta. Pag. 278.
3- Se hoje os historiadores possuem as mesmas idéias sobre verdades absolutas que os historiadores do século XIX. Pag. 278
4- Qual a importância do tempo para o trabalho do historiador. Pag. 280
5- O que é o calendário cristão. Pag. 281
6- Quais são os outros calendários e quais fatos históricos são marcos zero para eles. Pag . 281
7- Como se acha o século a partir de um ano e como se descobre em que período se está a partir de um século. Pag. 282
8- Qual é a periodização tradicional da história. Pag. 283
9- Quais as hipóteses para o surgimento da vida. Pag. 292
10- Quais as características do período paleolítico e do neolítico. Pag. 294 a 295
Bons estudos!
segunda-feira, 12 de março de 2012
Características do pensamento filosófico
Pensamento filosófico
Uma maneira de pensar o mundo
Antonio Carlos Olivieri*
Da Página 3 Pedagogia & Comunicação
O Pensador, de Rodin, é uma escultura que homenageia a filosofia
A filosofia não é um conjunto de conhecimentos prontos, um sistema acabado, fechado em si mesmo. A filosofia é uma maneira de pensar e é também uma postura diante do mundo.
Antes de mais nada, ela é uma forma de observar a realidade que procura pensar os acontecimentos além da sua aparência imediata. Ela pode se voltar para qualquer objeto: pode pensar sobre a ciência, seus valores e seus métodos; pode pensar sobre a religião, a arte; o próprio homem, em sua vida cotidiana.
Uma história em quadrinhos ou uma canção popular podem ser objeto da reflexão filosófica. Há alguns anos, foi publicado no Brasil, um livro chamado "Os Simpsons e a Filosofia", que tratava das questões filosóficas implícitas no famoso desenho animado da TV.
Como o próprio Bart Simpson, a filosofia é um jogo irreverente que parte do que existe, critica, coloca em dúvida, faz perguntas importunas, abre a porta das possibilidades, faz entrever outros mundos e outros modos de compreender a vida.
Uma disciplina indisciplinada
Por isso, a filosofia incomoda, pois ela questiona o modo de ser das pessoas, das sociedades, do mundo. Discute as práticas política, científica, técnica, ética, econômica, cultural e artística. Não há área onde ela não se meta, não indague, não perturbe. E, nesse sentido, a filosofia pode ser perigosa ou subversiva, pois pode virar a ordem estabelecida de cabeça para baixo.
Quando surgiu entre os gregos, no século 6 a.C., a filosofia englobava tanto a indagação filosófica propriamente dita, quanto aquilo que hoje é chamado de conhecimento científico. O filósofo refletia e teorizava sobre todos os assuntos, procurando responder não só ao porquê das coisas, mas, também, ao como, ou seja, ao modo pelo qual elas acontecem ou "funcionam".
Euclides, Tales e Pitágoras, por exemplo, foram filósofos que também se dedicaram ao estudo da geometria. Aristóteles, por sua vez, investigou problemas físicos e astronômicos, na medida em que esses problemas também interessavam à cultura e à sociedade de sua época.
O saber científico
Só a partir do século 17, com o aperfeiçoamento do método científico - baseado na observação, na experimentação e matematização dos resultados -, a ciência tal qual a entendemos hoje começou a se constituir, como uma forma específica de abordagem do real que se destacava ou desprendia da filosofia propriamente dita.
Afastando-se da filosofia por se tornarem mais específicas, apareceram pouco a pouco as ciências particulares, que investigam determinados aspectos da realidade: à física interessam os movimentos dos corpos; à biologia, a natureza dos seres vivos; à química, as transformações das substâncias; à astronomia, os corpos celestes; à psicologia, os mecanismos do funcionamento da mente humana; à sociologia, a organização social, etc.
O conhecimento fragmenta-se entre as várias ciências, pois cada uma se ocupa somente de uma parte do real. Estudam os fenômenos que pertencem à sua área específica e pretendem mostrar como estes ocorrem e como se relacionam com outros fenômenos. A posse do conhecimento sobre os fenômenos naturais e humanos gera a possibilidade de prevê-los e controlá-los.
Integração e totalidade
Por outro lado, a filosofia trata dessa mesma realidade, só que - em vez de separá-la em conhecimentos particulares e estanques - considera-a no interior da totalidade de fenômenos, ou seja, procura enxergar a realidade a partir de uma visão de conjunto. Qualquer que seja o problema, a reflexão filosófica considera cada um de seus aspectos, relacionando-o ao contexto dentro do qual ele se insere e restabelecendo a integridade do universo humano.
Sob o ponto de vista filosófico, por exemplo, é impossível considerar os problemas econômicos do Brasil somente a partir de princípios de economia. É necessário relacioná-la com os interesses das diversas classes sociais, os interesses políticos, os interesses nacionais, etc.
Um país economicamente instável é um país política e socialmente instável. Já para a ciência econômica, estrito senso, isso não vem ao caso. Seu foco é verificar como a inflação ou a recessão funciona para poder controlá-la, independentemente dos reflexos que esse controle tenha para a sociedade. (Evidentemente, estamos falando das coisas teoricamente, e portanto podemos isolá-las. Na prática, nem sempre é assim que isso ocorre. O alemão Karl Marx fez da economia um elemento essencial de sua doutrina filosófica).
Perguntas e mais perguntas
Por isso, sem desmerecer o conhecimento especializado das várias ciências, a reflexão filosófica é sempre - mais do que necessária - obrigatória. Cabe ao filósofo refletir sobre o que é ciência, o que é método científico, qual a sua validade e seus limites.
A ciência é realmente um conhecimento objetivo? O que é a objetividade e até que ponto um sujeito histórico - o cientista - pode ser objetivo, isto é, isento de interesses pessoais? Cabe ao filósofo, também, refletir sobre a condição humana atual: o que é o homem? O que é liberdade? O que é trabalho? Quais as relações entre homem e trabalho? É possível existir uma outra ordem social?
A própria escola é alvo de reflexão filosófica. A educação pressupõe uma visão do homem como um ser incompleto, que pode ser aprimorado, educado, ao contrário dos animais, que não precisam ser educados, pois orientam-se pelos instintos. Só os educamos, ou domesticamos, para acomodá-los às nossas necessidades humanas.
O caso dos homens é diferente, sem dúvida, mas, para que o ser humano é educado? Para o exercício da liberdade e da responsabilidade ou só para se inserir na ordem estabelecida? Em outras palavras, a educação ocorre para cada homem saber pensar por si próprio ou para aceitar as regras que outros pensaram para ele?
A filosofia quer encontrar o significado mais profundo dos fenômenos. Não basta saber como funcionam, mas o que significam na ordem geral do mundo humano. A filosofia emite juízos de valor ao julgar cada fato, cada ação em relação ao todo. A filosofia vai além daquilo que é, para propor como poderia ser. E, portanto, indispensável para a vida de todos nós, que desejamos ser seres humanos completos, cidadãos livres e responsáveis por nossas escolhas.
O trabalho do filósofo é refletir sobre a realidade, qualquer que seja ela, descobrindo seus significados mais profundos. Porém, como se faz isso?
Em primeiro lugar, é preciso estabelecer o que é reflexão. Refletir é pensar, considerar cuidadosamente o que já foi pensado. Como um espelho que reflete a nossa imagem, a reflexão do filósofo também deixa ver, revela, mostra, traduz os valores envolvidos nas coisas, nos acontecimentos e nas ações humanas.
Para chegar a isso, segundo o filósofo e educador Demerval Saviani, a reflexão filosófica deve possuir as seguintes características:
• Radicalidade - ou seja, chegar até a raiz dos acontecimentos, isto é, aos seus fundamentos; à sua origem, não só cronológica, mas no sentido de chegar aos valores originais que possibilitaram o fato. A reflexão filosófica, portanto, é uma reflexão em profundidade.
• Rigor - isto é, seguir um método adequado ao objeto em estudo, com todo o rigor, colocando em questão as respostas mais superficiais, comuns à sabedoria popular e a algumas generalizações científicas apressadas.
• Contextualidade - como já se disse antes, a filosofia não considera os problemas isoladamente, mas dentro de um conjunto de fatos, fatores e valores que estão relacionados entre si. A reflexão filosófica contextualiza os problemas tanto verticalmente, dentro do desenvolvimento histórico, quanto horizontalmente, relacionando-os a outros aspectos da situação da época.
Assim, embora os sistemas filosóficos possam chegar a conclusões diversas, dependendo das premissas de partida e da situação histórica dos próprios pensadores, o processo do filosofar será sempre marcado por essas características, resultando em uma reflexão rigorosa, radical e de conjunto.
*Antonio Carlos Olivieri é escritor, jornalista e diretor da Página 3 Pedagogia & Comunicação.
Uma maneira de pensar o mundo
Antonio Carlos Olivieri*
Da Página 3 Pedagogia & Comunicação
O Pensador, de Rodin, é uma escultura que homenageia a filosofia
A filosofia não é um conjunto de conhecimentos prontos, um sistema acabado, fechado em si mesmo. A filosofia é uma maneira de pensar e é também uma postura diante do mundo.
Antes de mais nada, ela é uma forma de observar a realidade que procura pensar os acontecimentos além da sua aparência imediata. Ela pode se voltar para qualquer objeto: pode pensar sobre a ciência, seus valores e seus métodos; pode pensar sobre a religião, a arte; o próprio homem, em sua vida cotidiana.
Uma história em quadrinhos ou uma canção popular podem ser objeto da reflexão filosófica. Há alguns anos, foi publicado no Brasil, um livro chamado "Os Simpsons e a Filosofia", que tratava das questões filosóficas implícitas no famoso desenho animado da TV.
Como o próprio Bart Simpson, a filosofia é um jogo irreverente que parte do que existe, critica, coloca em dúvida, faz perguntas importunas, abre a porta das possibilidades, faz entrever outros mundos e outros modos de compreender a vida.
Uma disciplina indisciplinada
Por isso, a filosofia incomoda, pois ela questiona o modo de ser das pessoas, das sociedades, do mundo. Discute as práticas política, científica, técnica, ética, econômica, cultural e artística. Não há área onde ela não se meta, não indague, não perturbe. E, nesse sentido, a filosofia pode ser perigosa ou subversiva, pois pode virar a ordem estabelecida de cabeça para baixo.
Quando surgiu entre os gregos, no século 6 a.C., a filosofia englobava tanto a indagação filosófica propriamente dita, quanto aquilo que hoje é chamado de conhecimento científico. O filósofo refletia e teorizava sobre todos os assuntos, procurando responder não só ao porquê das coisas, mas, também, ao como, ou seja, ao modo pelo qual elas acontecem ou "funcionam".
Euclides, Tales e Pitágoras, por exemplo, foram filósofos que também se dedicaram ao estudo da geometria. Aristóteles, por sua vez, investigou problemas físicos e astronômicos, na medida em que esses problemas também interessavam à cultura e à sociedade de sua época.
O saber científico
Só a partir do século 17, com o aperfeiçoamento do método científico - baseado na observação, na experimentação e matematização dos resultados -, a ciência tal qual a entendemos hoje começou a se constituir, como uma forma específica de abordagem do real que se destacava ou desprendia da filosofia propriamente dita.
Afastando-se da filosofia por se tornarem mais específicas, apareceram pouco a pouco as ciências particulares, que investigam determinados aspectos da realidade: à física interessam os movimentos dos corpos; à biologia, a natureza dos seres vivos; à química, as transformações das substâncias; à astronomia, os corpos celestes; à psicologia, os mecanismos do funcionamento da mente humana; à sociologia, a organização social, etc.
O conhecimento fragmenta-se entre as várias ciências, pois cada uma se ocupa somente de uma parte do real. Estudam os fenômenos que pertencem à sua área específica e pretendem mostrar como estes ocorrem e como se relacionam com outros fenômenos. A posse do conhecimento sobre os fenômenos naturais e humanos gera a possibilidade de prevê-los e controlá-los.
Integração e totalidade
Por outro lado, a filosofia trata dessa mesma realidade, só que - em vez de separá-la em conhecimentos particulares e estanques - considera-a no interior da totalidade de fenômenos, ou seja, procura enxergar a realidade a partir de uma visão de conjunto. Qualquer que seja o problema, a reflexão filosófica considera cada um de seus aspectos, relacionando-o ao contexto dentro do qual ele se insere e restabelecendo a integridade do universo humano.
Sob o ponto de vista filosófico, por exemplo, é impossível considerar os problemas econômicos do Brasil somente a partir de princípios de economia. É necessário relacioná-la com os interesses das diversas classes sociais, os interesses políticos, os interesses nacionais, etc.
Um país economicamente instável é um país política e socialmente instável. Já para a ciência econômica, estrito senso, isso não vem ao caso. Seu foco é verificar como a inflação ou a recessão funciona para poder controlá-la, independentemente dos reflexos que esse controle tenha para a sociedade. (Evidentemente, estamos falando das coisas teoricamente, e portanto podemos isolá-las. Na prática, nem sempre é assim que isso ocorre. O alemão Karl Marx fez da economia um elemento essencial de sua doutrina filosófica).
Perguntas e mais perguntas
Por isso, sem desmerecer o conhecimento especializado das várias ciências, a reflexão filosófica é sempre - mais do que necessária - obrigatória. Cabe ao filósofo refletir sobre o que é ciência, o que é método científico, qual a sua validade e seus limites.
A ciência é realmente um conhecimento objetivo? O que é a objetividade e até que ponto um sujeito histórico - o cientista - pode ser objetivo, isto é, isento de interesses pessoais? Cabe ao filósofo, também, refletir sobre a condição humana atual: o que é o homem? O que é liberdade? O que é trabalho? Quais as relações entre homem e trabalho? É possível existir uma outra ordem social?
A própria escola é alvo de reflexão filosófica. A educação pressupõe uma visão do homem como um ser incompleto, que pode ser aprimorado, educado, ao contrário dos animais, que não precisam ser educados, pois orientam-se pelos instintos. Só os educamos, ou domesticamos, para acomodá-los às nossas necessidades humanas.
O caso dos homens é diferente, sem dúvida, mas, para que o ser humano é educado? Para o exercício da liberdade e da responsabilidade ou só para se inserir na ordem estabelecida? Em outras palavras, a educação ocorre para cada homem saber pensar por si próprio ou para aceitar as regras que outros pensaram para ele?
A filosofia quer encontrar o significado mais profundo dos fenômenos. Não basta saber como funcionam, mas o que significam na ordem geral do mundo humano. A filosofia emite juízos de valor ao julgar cada fato, cada ação em relação ao todo. A filosofia vai além daquilo que é, para propor como poderia ser. E, portanto, indispensável para a vida de todos nós, que desejamos ser seres humanos completos, cidadãos livres e responsáveis por nossas escolhas.
O trabalho do filósofo é refletir sobre a realidade, qualquer que seja ela, descobrindo seus significados mais profundos. Porém, como se faz isso?
Em primeiro lugar, é preciso estabelecer o que é reflexão. Refletir é pensar, considerar cuidadosamente o que já foi pensado. Como um espelho que reflete a nossa imagem, a reflexão do filósofo também deixa ver, revela, mostra, traduz os valores envolvidos nas coisas, nos acontecimentos e nas ações humanas.
Para chegar a isso, segundo o filósofo e educador Demerval Saviani, a reflexão filosófica deve possuir as seguintes características:
• Radicalidade - ou seja, chegar até a raiz dos acontecimentos, isto é, aos seus fundamentos; à sua origem, não só cronológica, mas no sentido de chegar aos valores originais que possibilitaram o fato. A reflexão filosófica, portanto, é uma reflexão em profundidade.
• Rigor - isto é, seguir um método adequado ao objeto em estudo, com todo o rigor, colocando em questão as respostas mais superficiais, comuns à sabedoria popular e a algumas generalizações científicas apressadas.
• Contextualidade - como já se disse antes, a filosofia não considera os problemas isoladamente, mas dentro de um conjunto de fatos, fatores e valores que estão relacionados entre si. A reflexão filosófica contextualiza os problemas tanto verticalmente, dentro do desenvolvimento histórico, quanto horizontalmente, relacionando-os a outros aspectos da situação da época.
Assim, embora os sistemas filosóficos possam chegar a conclusões diversas, dependendo das premissas de partida e da situação histórica dos próprios pensadores, o processo do filosofar será sempre marcado por essas características, resultando em uma reflexão rigorosa, radical e de conjunto.
*Antonio Carlos Olivieri é escritor, jornalista e diretor da Página 3 Pedagogia & Comunicação.
A situação internacional durante os anos de 1930 a 1934. — A crise econômica nos países capitalistas. — Ocupação da Mandchúria pelo Japão. — A subida dos fascistas ao poder na Alemanha. — Dois focos de guerra.
Enquanto a U.R.S.S. conseguia êxitos importantes na industrialização socialista do país e desenvolvia num ritmo rápido sua indústria, desencadeava-se nos países capitalistas, em fins de 1929, recrudescendo nos três anos seguintes, uma crise econômica mundial sem precedentes, por sua força destruidora. A crise industrial entrelaçava-se com a crise da agricultura, com a crise agrária, piorando ainda mais a situação dos países capitalistas.
Enquanto a indústria da U.R.S.S., durante os três anos de crise (1930-1933), cresceu de mais do dobro, atingindo em 1933 a 201% em relação ao seu nível de 1929, a indústria dos Estados Unidos decresceu, em fins de 1933, 65% em relação ao nível de 1929, a da Inglaterra 86%, a da Alemanha 66% e a da França 77%.
Essa circunstância vinha demonstrar, mais uma vez a superioridade do sistema da Economia socialista. Evidenciava que o país do socialismo é o único país do mundo que está livre de crises econômicas.
Como resultado da crise econômica mundial, foram lançados à fome, à miséria e ao suplício, 24 milhões de operários desempregados. A crise agrária condenava ao sofrimento, dezenas de milhões de camponeses.
A crise econômica mundial veio agravar ainda mais as contradições entre os Estados imperialistas, entre os países vencedores e os países vencidos, entre os Estados imperialistas e os países vencidos, entre os Estados imperialistas e os países coloniais e dependentes, entre os operários e os capitalistas, entre os camponeses e os latifundiários.
No informe prestado perante o XVI Congresso do Partido o camarada Stalin assinalou que a burguesia procuraria a solução para a crise econômica, de um lado na repressão contra a classe operária, mediante a instauração da ditadura dos elementos mais reacionários, mais chauvinistas, mais imperialistas do capitalismo, e de outro lado, no desencadeamento da guerra pela partilha das colônias e das zonas de influência à custa dos interesses dos países mal defendidos. E, com efeito, assim sucedeu.
Em 1932 recrudesceu o perigo de guerra por parte do Japão. Os imperialistas japoneses, vendo que as potências européias e os Estados Unidos estavam completamente absorvidos pelos problemas internos de seus países, criados pela crise econômica, decidiram aproveitar essa ocasião para tentar lançar-se sobre o território chinês, mal defendido, submeter esse país ao seu império e converter-se ali, em donos da situação. Sem declarar guerra à China e aproveitando-se canalhamente dos "incidentes locais" por eles mesmos provocados, os imperialistas japoneses introduziram furtivamente suas tropas na Mandchúria. As tropas japonesas apoderaram-se completamente da Mandchúria, assegurando posições favoráveis para a anexação do Norte da China e para o ataque à U.R.S.S.. Para ter as mãos livres, o Japão retirou-se da Sociedade das Nações e começou a armar-se intensamente.
Essa circunstância levou os Estados Unidos, a Inglaterra e a França ao reforço de seus armamentos navais no Extremo-Oriente. O Japão vinha perseguindo, claramente, o objetivo de submeter a China ao seu império e eliminar dali as potências imperialistas européias e norte-americana. Estas responderam ao golpe reforçando seus armamentos.
Mas o Japão tinha em vista, além disso, outra finalidade: apoderar-se do Extremo-Oriente Soviético. Como é lógico, a U.R.S.S. não podia passar por cima de semelhante perigo e começou a reforçar intensamente a capacidade defensiva da região do Extremo-Oriente.
Graças, portanto, aos imperialistas japoneses fascistizados, foi que se criou no Extremo-Oriente, o primeiro foco de guerra.
A crise econômica não acentuou as contradições do capitalismo somente no Extremo-Oriente. Acentuou-as também na Europa. A pertinaz crise agrária e industrial, o enorme desemprego forçado e a situação cada vez mais precária das classes pobres, contribuíram para aumentar o descontentamento dos operários e camponeses. O descontentamento foi crescendo até converter-se num estado de indignação revolucionária da classe operária. Esse descontentamento acentuou-se especialmente na Alemanha, país economicamente esgotado pela guerra, pelas contribuições que lhe tinham sido impostas em proveito dos vencedores anglo-franceses e pela crise econômica, e onde a classe operária vivia oprimida sob o jugo de sua própria burguesia e da burguesia estrangeira, anglo-francesa. Testemunho eloqüente disso eram os seis milhões de votos obtidos pelo Partido Comunista da Alemanha nas últimas eleições para o Reichstag, realizadas antes da subida dos fascistas ao poder. A burguesia alemã viu que as liberdades democráticas burguesas que ainda se conservavam na Alemanha poderiam causar-lhe dor de cabeça, que a classe operária poderia aproveitar-se dessas liberdades para desenvolver o movimento revolucionário. Em vista disso decidiu que, para manter o poder da burguesia na Alemanha, só havia um caminho: acabar as liberdades burguesas, reduzir a nada o Parlamento (o Reichstag) e instaurar uma ditadura terrorista de tipo nacionalista-burguês, capaz de esmagar a classe operária, e que encontrasse sua base de apoio entre as massas pequeno-burguesas influídas pela idéia da revanche. E para isso chamou ao poder o partido fascista, que para enganar o povo adotava a etiqueta de partido nacional-socialista, pois sabia perfeitamente que o partido fascista é, em primeiro lugar, o setor mais reacionário da burguesia imperialista e o maior inimigo da classe operária e, em segundo lugar, o partido que com maior encarniçamento defendia a idéia da revanche, capaz de arrastar consigo os milhões de homens da pequena-burguesia de sentimentos nacionalistas. Ajudaram a burguesia nessa empresa os traidores da classe operária, os dirigentes da social-democracia alemã, que com sua política oportunista abriram o caminho para o fascismo.
Essas foram as condições em que os fascistas alemães subiram ao poder em 1933.
Analisando os acontecimentos da Alemanha o camarada Stalin disse no seu informe perante o XVII Congresso do Partido:
"No triunfo do fascismo na Alemanha não se deve ver somente um sinal da debilidade da classe operária e o fruto da tradição à classe operária da social-democracia, que abriu o caminho do fascismo. Nele é preciso ver também um sinal da fraqueza da burguesia, um indício de que esta já não está mais em condições de governar com os velhos métodos do parlamentarismo e da democracia burguesa, razão pela qual se vê obrigada a recorrer, em política interior, aos métodos terroristas de governo..." (Stalin, "Problemas do Leninismo", pág. 545, ed. russa).
Os fascistas alemães caracterizaram sua política interior pelo incêndio do Reichstag, por uma repressão brutal contra a classe operária, pela destruição da organizações do proletariado e supressão das liberdades democrático-burguesas. Sua política exterior, pela retirada da Sociedade das Nações e pela preparação aberta de uma guerra destinada a rever pela força as fronteiras dos Estados europeus, em proveito da Alemanha.
Graças aos fascistas alemães, portanto, criou-se no centro da Europa o segundo foco de guerra.
Como é lógico, a U.R.S.S. não podia passar por cima de um fato tão importante. E começou a acompanhar a marcha dos acontecimentos na Europa Ocidental, reforçando a capacidade defensiva do país nas suas fronteiras ocidentais.
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